Antes demais, peço imensa desculpa por não ter ido ver os vossos blogs, mas ultimamente o stress têm dado conta de mim :S
Conto os dias. Conto os dias porque cada um é uma sobrevivência ao que sinto. Angústia, peito que parece saltar do coração. Não, não troquei, já é o peito que me rege e não o maldito coração. Destroçou, parou no tempo e não volta. Janelas semi fechadas com o tempo, noite irrequieta que me salva da insanidade, talvez apenas por breves momentos.
Não flui já, aconteceu por obra de alguém que não me quer o bem, todavia não me inquieto e permaneço calma junto às memórias que não mas deixam perder. Não será nostalgia? Um pouco, mas nada demasiado significativo que me obrigue a ficar em tal estado de ansiedade e tristeza. Odeio mentiras, odeio omissões. Talvez não saibas ser sincero, mas para mim isso revolta-me e transtorna-me a alma. Parto em direcção a essa brisa, que nada me torna obstáctulo à razão, pura e simples, de tentar ser feliz.
Mas como o zé povinho diria "um dia não são dois" e talvez o que hoje me entristece, amanhã mude.
Se bem que me sinto obrigada a deixar voar as esperanças com o vento e sofrer no silêncio créspido e gélido da minha vida insatisfeita.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
:/

O coração é uma coisa frágil. Tanta vez quebrei o meu por futilidades que jamais tornou a ser o mesmo. Agora é mais forte, mas ao mesmo tempo mais sensível de maneira a aperceber-se da maldade dos demais.
Hoje em dia já não sei amar à primeira vista, nem a paixão fogosa do primeiro beijo. Hoje em dia recebo-o de mãos abertas, à espera de uma ternura mais, que me dê a volta ao estômago.
Mas tarda. TARDA em aparecer. PUTA QUE PARIU O AMOR. Pronto já disse.
Já sofri demais queridos, pff ``
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
nhum

Não há escuridão dentro do coração, mas essa luz teima em chegar. Sonho com sonhos, cavaleiros, príncipes, sapos que se transformam...
Contudo não estou presa, não me sinto eternamente ligada a sentimentos exdrúxulos nem a fantasias que não se prolongam. Efemeridades de momentos que fogem entre os dedos, escorrem pingas como se prendesse na palma da mão um cubo de gelo que se derrete e escapa entre as fissuras do meu tacto.
Temo, mas não esqueço a razão que me fez tornar perto do gélido, impotente e frio vazio na desarrumação do coração.
Tenho pouco na lei do viver, apenas regras que cumpro à risca, que foram receitadas pela experiência dos erros que paguei com a felicidade.
Desenho na agenda rabiscos que mais tarde na imaginação me tornam a aparecer em noites que aclaram sem pedir. Por vezes momentos gostaria que se prolongassem e não chegasse a manhã. Mas nada disso acontece. Penso, repenso e não esqueço.
A música mexe comigo e não tiro ilações de situações constragedoras porque o fio da minha vida está a romper. Perco-me na escuridão que não existe, perdida nas palavras que outrora me pareciam claras, demasiado isoladas da inocência que já tinha adquirido como certa.
Beijos foram muitos, paixões bastantes mas no fim das contas o sono chega e adormeço num turbilhão de sentimentos que não possuo.
Corro atrás de algo que não acredito mais, vejo-me num espelho esfumado que já está baço, que nada acrescenta ao que já possuo.
Tempo de sentir, de voar para longe, perder-te de vista sente-se facada, leva-me de um trago.
Deixas-te afectar por mim vezes sem conta e não te passo despercebida. Mas nos olhos vejo que já quiseste chorar vezes sem conta. Hoje em dia secaram as lágrimas, já nada tem sentido.
Opções fazemo-las, talvez as minhas sejam um resguardo para a minha condição de comodidade.
De qualquer modo, ausento-me mais uma vez do sentimento.
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(in)sanidade escrita
Bem vindo ao mundo das verdades e mentiras de Trice ;)
Não penses que depois de ler qualquer um dos textos da Patrícia a conheces seja um pouco que seja, ela é demasiado ocupada para pensar no que escreve e só escreve o que (pensa) que sente. Já aconteceu não sentir. Por isso é que o blog se apelida de #Verdades e mentiras do dia 0#